quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Confira os sete erros mais comuns dos relacionamentos


Erro número 1: medo do novo.
Geralmente, as pessoas se dividem em dois grupos: os que se atiram nos relacionamentos, e os que não querem se entregar porque têm medo de se machucarem outra vez..
O amor é o oposto do medo. Não é porque outros amores não funcionaram antes, que vai ser sempre assim.  Se não der uma chance ao novo, estará perdendo antes mesmo de entrar no jogo. Lembre-se: não existem garantias de que uma relação vai dar certo.

Erro número 2:  medo da solidão.
Muitas pessoas entram no primeiro relacionamento que aparece, jogando-se nos braços de alguém que sequer pararam para observar. Fazem isso porque não suportam ficar sozinhas.
Vivem aterrorizadas com a idéia de ficarem sozinhas, por isso fazem qualquer coisa para ter alguém a seu lado. Levam adiante qualquer relação, não importa como, nem a que preço, desde que não fiquem sós.
Essa estratégia não funciona e acaba trazendo sofrimento e mais solidão.  Mais cedo, ou mais tarde, essas pessoas acabam tropeçando na realidade que não queriam ver. Ninguém pode preencher o buraco da solidão do outro. 
Em vez de esperar que outra pessoa resolva suas carências, arregace as mangas e enfrente os seus fantasmas.

Erro número 3: o grude 
Determinadas pessoas não conseguem entrar no relacionamento mantendo seu próprio território, e respeitando o do parceiro. Querem estar vinte e quatro horas junto com o outro, mesmo se esse estar junto se resumir a incontáveis mensagens no celuar, e-mails, MSN, etc.
Esse grude tem dias contados. Ninguém aguenta viver sufocado pela presença de outra pessoa.  Na origem da necessidade de viver colado com o outro, está a insegurança. É ela que leva alguém a exigir a presença constante do outro, como se isso garantisse a manutenção da relação. O que ocorre é o contrário.
Quanto mais você apoiar o outro, incentivá-lo a manter sua individualidade, mais chances vocês terão de estabelecer um bom relacionamento. Se você for uma dessas pessoas compulsivamente sufocantes,  estabeleça limites para si mesmo. Busque ajuda terapêutica, se o for o caso. 
Toda relação precisa manter um espaço de liberdade, para que cada um possa ter oxigênio e respirar seu próprio ar.

Erro número 4: idealização.
Quem está saindo de um relacionamento, ainda com feridas abertas, corre o risco de cair no excesso de idealização. A desilusão com o que passou pode fazer com que a pessoa construa uma imagem de perfeição, atribuindo aquele que chega todas as qualidades que gostaria de encontrar  no parceiro.
O problema é que isso é irreal. Não existe ninguém que corresponderá à todas as suas expectativas.  A idéia de encontrar alguém perfeito, como uma compensação para decepções do passado, pode destruir as chances do novo relacionamento.
Ninguém estará a altura de uma idealização. Não tente se iludir. O amor para dar certo precisa ter os pés no chão.

Erro número 5: entregar o seu poder para o outro.
Pessoas inseguras, com uma auto-estima baixa, tendem a sentir-se valorizadas só porque alguém está gostando delas. Depositam no parceiro sua motivação para existir, porque se agarram a sensação de bem estar que o outro produz nelas. Dessa forma, vivem em uma ansiedade constante, temendo que o parceiro vá embora, ou descubra que ela não era tão "gostável" assim. 
O pior que se desestruturam com o simples pensamento de que o outro poderá ir embora. Uma das chaves para um bom relacionamento é ter a auto-estima elevada. Se você ainda não conquistou um bom conceito sobre você mesmo, o que está esperando?
Tenha cuidado para não estabelecer relações de dependência, onde o parceiro é colocado num plano superior, como se tivesse o poder de fazer de você uma pessoa feliz , ou não.
Assumir o poder sobre a própria vida tira peso do novo relacionamento e permite que ele aconteça em bases mais sólidas, fundamentado na realidade.
Estar confortável na própria pele, gostar de si mesmo,  valorizar-se, contam pontos para viver uma relação gratificante. Pessoas auto-motivadas não entregam seu poder para o outro. Sabem que ninguém é responsável pelo seu bem-estar.

Erro número 6: comparação.
Entrar numa relação comparando a pessoa que está chegando com relações passadas é um erro, geralmente, fatal.  Cada pessoa interage de forma diferente com outra. E é isso que faz de cada encontro, um encontro único. As situações de cada relacionamento têm suas próprias particularidades.
A comparação, por sua própria natureza, é negativa. Quando comparamos, estabelecemos padrões copiados de alguém. Comparar é julgar, é estabelecer falsos parâmetros. Quando você simplesmente é você, sem se preocupar em se encaixar nos padrões de um outro, ou esperar que o outro se encaixe nos seus padrões, poderá estabelecer uma relação autêntica, saudável.
Quem gosta de ser comparado à outra pessoa? Ou de sentir que está com alguém que espera que você se enquadre num padrão pré-determinado de relação?

Erro número 7: criar uma falsa imagem de si mesmo.
Temendo ser não ser amado, ou ser rejeitado, a pessoa passa para o outro uma falsa imagem de si mesma, a imagem que acredita agradar o novo parceiro. O problema é que é impossível representar por muito tempo. Uma hora a máscara cai e o outro conhecerá a verdade de quem você é.
Quem procura construir uma falsa imagem de si,está decretando a falência da relação antes que ela se estabeleça. Além de ser muito penoso viver na mentira, sem confiança e na honestidade não dá para começar nada.

Um comentário:

Yaasmiin (: disse...

Adorei, adorei . *-*
Meus erros são sem dúvida :
Erro número 1 : medo do novo.
Erro número 4: idealização.